Cícero Almeida é processado por suposto calote

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Mais uma ação na Justiça contra o deputado federal Cícero Almeida, candidato a prefeito de Maceió pelo PMDB. Além da Máfia do Lixo, Operação Taturana e Infidelidade Partidária, Almeida é acusado judicialmente de negociar a compra de um apartamento na orla da capital, no valor de R$ 1,6 milhão, e não pagar.

A pendenga judicial está relatada no processo de número 0730956-02.2015.8.02.0001 e envolve uma entrada não quitada de R$ 200 mil em dinheiro e mais dois apartamentos de R$ 700 mil cada um. Interessante é que nenhum desses três imóveis consta da lista de patrimônio apresentada à Justiça Eleitoral por Almeida para o registro de sua candidatura.

Almeida não declarou os bens, mesmo tendo assinado, em 09 de junho de 2015, instrumento particular de promessa de compra e venda em que declarou ser proprietário e possuidor dos imóveis dados como pagamento de R$ 1,4 milhão, complementares ao sinal de R$ 200 mil, no quarto mês do primeiro ano de seu mandato de deputado federal.

Segundo o site nacional Diário do Poder, com base no documento registrado no Cartório do 2º Ofício de Notas do Centro de Maceió, em 15 de junho de 2015, o corretor de imóveis Bruno Lisboa Góes moveu a ação em que cobra apenas o valor do sinal, que já teria ultrapassado os R$ 276 mil em valores corrigidos, o que se supõe que Almeida concluiu a transferência dos apartamentos não declarados para o nome do corretor.

O Diário do Poder tentou ouvir a campanha de Almeida, mas não teve retorno.

Só matutando aqui, o que mais Ciço tem para esconder do eleitor de Maceió?

bernardino-souto