Sedetur participa do IV Seminário do Setor Cerâmico em Alagoas

Evento discutiu o uso de energias alternativas como matriz energética na indústria cerâmica do Estado

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Gestores da Secretaria de Desenvolvimento Econômico e Turismo de Alagoas (Sedetur) participaram, nesta terça-feira (20), do IV Seminário do Setor Cerâmico em Alagoas, na Casa da Indústria, em Maceió.

Organizado pelo Sindicato da Indústria de Cerâmica do Estado de Alagoas (Sindicer/AL), em parceria com a FIEA e o SEBRAE/AL, o seminário discutiu sobre o uso de energias alternativas como matriz energética na indústria cerâmica. Para o presidente do Sindicer/AL, Frederico Gondim, o evento é uma oportunidade para que o setor ceramista supere a crise econômica vivida no país de forma sustentável.

“Devemos trabalhar dentro das nossas empresas para melhorar não só a produtividade, mas também a sustentabilidade. O seminário é uma grande oportunidade para darmos um novo olhar aos nossos negócios”, afirmou Gondim.

Para o superintendente de Energia e Mineração da Sedetur, Bruno Sardeiro, o seminário é uma oportunidade excelente para discutir com os empresários do setor sobre a utilização de energia renovável na indústria cerâmica.

“O panorama atual da economia exige a busca da redução dos custos operacionais na indústria cerâmica. O uso de fontes de energia renováveis, como a solar fotovoltaica, além de viável, torna o setor mais competitivo. Nosso papel, enquanto Governo do Estado, é fomentar o uso dessas fontes, para que AL continue a crescer de forma sustentável e competitiva”, explicou Sardeiro.

O Nordeste tem o maior índice de radiação do país e, em Alagoas, há um total de 14 mini e microgeradores em funcionamento, predominantemente no litoral do Estado (Coruripe, Maceió, Penedo, Marechal Deodoro e Porto de Pedras). Além disso, Alagoas ocupa o 3º lugar no país em potencial fotovoltaico em residência.

Vantagens

O uso de energia solar fotovoltaica reduz impactos ambientais, além de diminuir o custo da empresa com energia elétrica e trazer uma imagem ambientalmente positiva, por contribuir na diminuição das perdas de energia causadas sempre no sistema tradicional. A instalação é rápida e a manutenção é de baixo custo.

Cecília Tavares – Agência Alagoas

20/09/16